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Zoológicos humanos, racismo disfarçado de ciência para as massas no século XIX

Zoológicos humanos, racismo disfarçado de ciência para as massas no século XIX

O Museu Nacional do Rio de Janeiro exibiu, em 1882, uma família indígena emulando as exposições de “selvagens” que faziam sucesso na Europa e nos Estados Unidos

O imperador do Brasil, Pedro II, inaugurou em um sábado de julho de 1882 uma exposição antropológica no Museu Nacional do Rio de Janeiro na qual foram exibidos sete indígenas trazidos para a ocasião que imediatamente se tornaram a sensação do evento. Chegava à América, com pompa e a bênção de um monarca ilustrado, a moda dos zoológicos humanos. Tratava-se de espetáculos iluminados pela colonização que eram muito populares na Europa do século XIX. Serviam a um duplo objetivo: saciar a curiosidade do público e ser objeto de pesquisas que dessem suporte teórico ao racismo científico, a crença de que os brancos eram superiores ao resto dos humanos.

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Herbert Schutzer
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