2ª Licenciatura, Pós, Extensão e Cursos

Sem EUA, países se reúnem para discutir acordo nuclear

Alemanha, França, Reino Unido e parceiros tentam convencer Irã a ficar no pacto. Europeus se comprometem a apresentar, até o fim do mês, plano para compensar os impactos da saída de Washington. Teerã se diz otimista.

Os países que permanecem no acordo nuclear iraniano – Alemanha, China, França, Irã, Reino Unido e Rússia – se reuniram pela primeira vez nesta sexta-feira (25/05) desde que os Estados Unidos abandonaram o pacto internacional, no início do mês, num esforço para salvar o tratado firmado em 2015.

Em Viena, representantes de Moscou, Pequim e das três potências europeias voltaram a expressar seu compromisso em manter o acordo com Teerã, mas disseram ainda não ter encontrado uma solução para minimizar os impactos da saída dos EUA para os negócios internacionais.

Em 8 de maio, o presidente americano, Donald Trump, gerou controvérsia ao anunciar a retirada de seu país do pacto iraniano, reinstaurando as sanções contra a nação no Oriente Médio. Também estabeleceu um prazo de até 180 dias para que empresas com negócios no Irã encerrem suas atividades no país, de modo a evitar sanções econômicas dos EUA.

Nesta semana, Washington foi além e prometeu impor sanções ainda mais duras a Teerã – "as piores da história" – se o governo do país não cumprir uma nova lista de 12 demandas americanas.

Na reunião desta sexta-feira, representantes iranianos se comprometeram a ficar no pacto e restringir seu programa nuclear, mas somente se as potências remanescentes puderem garantir que o Irã continuará fazendo negócios com o resto do mundo apesar das sanções americanas.

Leia mais: DW Brasil

Pesquisar no site

Contato

Herbert Schutzer
contador de visitas

Coluna

Estamos à beira de mais um colapso de civilizações?

Grandes civilizações não são exterminadas, mas acabam com a própria existência. Essa é a conclusão do historiador britânico Arnold Toynbee em sua principal obra, Um Estudo da História, dividida em 12 volumes. Ele explorou a ascensão e a queda de 28 civilizações diferentes. O historiador estava...

O negacionismo histórico como arma política

Está em curso no Brasil um revisionismo histórico com base na negação e na manipulação de fatos. Ele é promovido por seguidores da "nova direita" e pelo próprio governo Bolsonaro. E vai além do "nazismo de esquerda." Há um revisionismo histórico, com fins políticos, em curso no Brasil. Ele é...