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Retrospectiva Tupiniquim, Por Janderson Lacerda

Das profundezas dos hades um velho Capiroto foi “teletransportado” para a República Tupiniquim. Ao som de muitas vaias e desaprovação popular é estabelecido o governo jaburu.

João Ramalho interrompeu seu estupro matinal por escandalizar-se com o regime de trabalho escravo implementado no jovem país. O objetivo, de acordo com o Capiroto, é a ordem e o progresso da nação!

A casa grande é edificada e os valores “MOROlistas” devem nortear as famílias brasileiras. A desigualdade social, fome e violência contra mulheres foram legalizadas.

Os anhangueras assumiram a pasta da educação; o ensino “estácio-nou”. Viva a escola sem partido, mas com religião!


A diversidade de gênero é proibida. Criminalizaram o pinto e enalteceram o pato.

O agro é pop, a carne é fraca e a CIA continua forte!

A corrupção é global, mas só José e Maria foram presos.  Enquanto isso, Marco Polo viaja com segurança pelas terras tupiniquins.

O santo que negava água, agora é glutão. Nosso realismo mágico é muito melhor do que o produzido pelo velho mago, Gabriel García Márquez – o santo “encapezado” comeu toda a merenda e, assim, praticou o primeiro pecado capital: a gula!

Ao som de mugidos, cacarejos, relinchos e latidos a ração humana é oferecida na terra da garoa.

Soltaram as baratas, prenderam o garotinho e destruíram o sistema prisional brasileiro.  

Até a Teori da conspiração foi assassinada! A impunidade reina e a vergonha não finda.

Corram com as malas, salvem o presidente e mantenha os acordos, viu?

Feliz ano velho!  

GGN

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Herbert Schutzer
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