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Luz, câmera, mulher

Luz, câmera, mulher

Livro conta a história de mulheres pioneiras na indústria audiovisual, como Cleo de Verberena, e salienta as brechas de gênero no setor

Em 1930, a paulista Cleo de Verberena vendeu joias e propriedades para realizar o sonho de fazer seu primeiro filme, O mistério do dominó preto, que ela mesma escreveu, produziu, dirigiu e estrelou. Mas o primeiro longa-metragem realizado por uma mulher no Brasil não existe para que a geração atual possa ver. A obra se perdeu no tempo. Os poucos registros sobre ela são recortes de matérias nos jornais da época. “Essa falta de preservação e de visibilidade do cinema nacional feito por mulheres foi o que me chamou a atenção. Considero o livro um ponto de partida para que outras publicações possam surgir”, diz Camila Vieira da Silva, curadora e crítica de cinema, organizadora, junto com Luiza Lusvarghi, da recém-lançada coletânea Mulheres atrás das câmeras: as cineastas brasileiras de 1930 a 2018.

Leia mais: El Pais Brasil

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