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Identificado na Grécia o mais antigo Homo sapiens fora da África

Cientistas dizem que crânio de 210 mil anos encontrado em caverna grega nos anos 1970 pertenceu a ser humano moderno. Descoberta revela que Homo sapiens pode ter chegado à Europa 150 mil anos antes do que se previa.

Um crânio de 210 mil anos achado na Grécia foi identificado como o mais antigo Homo sapiens fora da África, o que antecipa em mais de 150 mil anos a previsão dos cientistas sobre a chegada do homem à Europa, afirmaram pesquisadores nesta quarta-feira (10/07).

A descoberta ocorre após uma equipe internacional de pesquisadores reexaminar dois crânios fossilizados que haviam sido encontrados nos anos 1970 na caverna de Apidima, no sul da Grécia. Na época, eles foram catalogados como Neandertais.

No novo estudo, publicado na revista científica Nature, os cientistas usaram reconstrução digital de última geração e um sistema de datação por urânio para reanalisar os ossos. Um dos crânios, chamado de Apidima 2, em homenagem à caverna onde o par foi encontrado, provou ter 170 mil anos de idade e pertencer, de fato, a um Neandertal.

Mas, para o choque dos cientistas, o crânio chamado de Apidima 1, 40 mil anos mais velho que Apidima 2, revelou ser de um Homo sapiens. Isso torna Apidima 1 o mais antigo ser humano moderno já descoberto no continente e, ainda, mais antigo do que qualquer outro espécime conhecido de Homo sapiens fora da África.

"Isso mostra que a primeira dispersão do Homo sapiens fora da África não só ocorreu antes do que se pensava, há mais de 200 mil anos, mas também que foi geograficamente mais longe, até a Europa", afirma Katerina Harvati, paleoantropologista da Universidade de Tübingen, no sul da Alemanha.

Leia mais: DW Brasil

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