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Fome e seca no sul de Angola: Estado de emergência já devia ter sido declarado?

Fome e seca no sul de Angola: Estado de emergência já devia ter sido declarado?

Se Angola declarar o estado de emergência pode ter mais apoios da comunidade internacional e assim ter mais meios para combater o problema da seca e da fome no sul do país.

Mais de dois milhões de angolanos são afetados pela fome e seca, indica relatório da Organização das Nações Unidas (ONU). Entre as vítimas há mais de 500 mil crianças com menos de cinco anos. ONU estima que o ano de 2020 a situação poderá vir a piorar.

Angola também tem sido atingida pelos efeitos das alterações climáticas. Isso tem afetado as populações mais a sul, sobretudo a nível económico e a agricultura. Os criadores de gado por exemplo sofreram algumas perdas e têm sido aliciados a vender os seus animais abaixo do valor de mercado. Milhares de famílias têm sofrido com a situação e inclusive as aulas já tiveram de ser interrompidas em algumas alturas.

Contudo o maior problema é mesmo a escassez de alimentos, que já levou a uma grande onda solidária por todo o país. Em maio passado o Presidente angolano João Lourenço visitou duas das províncias mais afetadas pela seca, Namibe e Cunene. Nessa visita foram anunciados avultados montantes financeiros para combater a seca na região.

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