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Desde 2013, mais de 1 milhão de sul-sudaneses fugiram do país

Desde 2013, mais de 1 milhão de refugiados do Sudão do Sul fugiram da guerra civil. Eles atravessaram as fronteiras para Uganda e para outros países vizinhos, impactando significativamente esses lugares.

O Sudão do Sul substituiu a Síria como a crise de refugiados que mais cresceu no mundo no ano passado, de acordo com o relatório “Tendências Globais”, divulgado em junho pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Segundo o documento, a população de refugiados do Sudão do Sul teve crescimento de 64% durante a segunda metade de 2016. O número de pessoas que atravessou a fronteira em busca de segurança passou de 854,1 mil em 2015 para 1,4 milhão no fim de 2016, sendo a maior parte crianças. Outros 1,9 milhão são deslocados internos.

Uganda e Etiópia estão entre os seis países que mais recebem refugiados no mundo, justamente por conta do agravamento da crise no Sudão do Sul. Os dois países receberam no ano passado 940,8 mil e 791,6 mil refugiados, respectivamente, segundo o relatório do ACNUR.

*Em 9 de julho de 2011, o Sudão do Sul tornou-se um estado independente. Em 14 de julho de 2011. A crise foi intensificada no ano de 2017 após a erupção da mais recente onda de violência entre o governo e grupos da oposição no país. Outra razão para as fugas é a fome causada pela seca.

Leia mais: Por dentro da África

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