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Como a imprensa lucra com líderes como Trump e Bolsonaro

Ataques acabam fortalecendo veículos críticos. Jornais vivem aumento de assinaturas, porém, muitas vezes acabam dando atenção exagerada a políticos.

A peça publicitária do diário americano The New York Times dura apenas 31 segundos: "A verdade é dura. Dura de achar, dura de saber. A verdade é mais importante agora do que nunca."

O vídeo de fevereiro de 2017 é um exemplo para a autopublicidade de sucesso de veículos da imprensa numa era de notícias falsas e de acusações de mentirosa. Mostra o jornalismo como instrumento de resistência política e garantidor da liberdade de opinião e de expressão.

Desde a eleição do presidente americano Donald Trump, em 8 de novembro de 2016, jornais como New York Times e Washington Post, mas também o britânico The Guardian e a revista The Economist, vivem uma espécie de Renascimento midiático. No Brasil, ventos favoráveis sopram para veículos críticos ao governo desde a posse do presidente Jair Bolsonaro, há pouco mais de um ano.

O efeito Trump sobre o setor jornalístico parece ser duradouro. O New York Times registrou o maior "dividendo democrático", por assim dizer. Desde novembro de 2016 e novembro de 2018, o número de assinaturas digitais subiu de 1,5 milhão para 2,5 milhões. Atualmente, o jornal tem quase 4 milhões de assinantes.

 

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