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As ruas de Paris testam Macron

O que começou como um protesto contra o aumento no preço dos combustíveis virou um movimento amplo de contestação ao governo, que vive sua maior crise, e contra a deterioração da qualidade de vida na França.

O presidente francês, Emmanuel Macron, enfrenta sua maior crise desde que assumiu o cargo há 18 meses, depois de mais um fim de semana de confusão e após semanas de protestos de rua iniciados em manifestações contra aumento de impostos sobre combustíveis e que se transformaram num movimento generalizado contra o governo.

Nesta segunda-feira (03/12), o primeiro-ministro francês, Édouard Philippe, cancelou sua ida à Polônia – onde participaria da abertura da Conferência para o Clima da ONU – para se reunir com líderes dos principais partidos políticos num esforço para tentar contornar a situação.

Representantes do movimento, porém, afirmaram que não comparecerão à reunião com Philippe. Eles alegaram motivos de segurança para não participar das negociações. Segundo Jacline Mouraud e Benjamin Cauchy, dois dos líderes do grupo moderado, eles foram ameaçados de represálias por manifestantes radicais se iniciassem o diálogo com o governo.

Este foi o terceiro fim de semana consecutivo de confrontos em Paris. Os protestos começaram no mês passado com motoristas irritados com um aumento de impostos sobre combustíveis e cresceram, incorporando uma série de queixas de que o governo Macron não se importa pelos problemas das pessoas comuns.

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