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Maduro bane partidos de oposição de eleição presidencial

Legendas que boicotaram as eleições municipais não são elegíveis em pleitos futuros, declara presidente da Venezuela. "Eles vão desaparecer do mapa político". Coalizão opositora MUD alega fraude no sistema eleitoral.

Os partidos que não participaram e que apelaram à abstenção nas eleições municipais de domingo (11/12), na Venezuela, estão impedidos de participar na próxima eleição presidencial, anunciou o presidente venezuelano, Nicolás Maduro.
Os partidos de oposição Ação Democrática, Primeiro Justiça e Vontade Popular – três das quatro principais legendas da coalizão opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD) – se recusaram a participar das eleições municipais em protesto contra o que classificaram de sistema eleitoral fraudulento e justificaram a ação alegando falta de confiança no Conselho Nacional Eleitoral.
"Um partido que não participou hoje não pode mais participar", disse Maduro, em coletiva onde também ressaltou como "extraordinária" a presença nas urnas. Em seguida, ele questionou o que a oposição pretende. "Se eles não querem eleições, o que eles estão fazendo? Qual é a alternativa? Guerra civil?"
"Eles [os partidos] vão desaparecer do mapa político", afirmou o presidente venezuelano. As principais figuras da oposição que lideraram protestos nas ruas do país contra Maduro, como Henrique Capriles e Leopoldo López, estariam incluídas no banimento. Capriles, ex-governador do estado de Miranda, foi banido por 15 anos de atividades políticas e López, coordenador nacional do Vontade Popular, está detido sob prisão domiciliar.
No domingo, foram realizadas eleições em todos os 335 municípios da Venezuela e para governador do estado de Zulia. O conselho eleitoral relatou uma participação de 47%, em meio ao boicote parcial da oposição. Maduro afirmou que sua legenda, o Partido Socialista Unido (PSUV) venceu em "mais de 300" dos 335 municípios. "Estou muito feliz pela nossa grande vitória", disse, em Caracas. "Agora vamos nos preparar para 2018."
O governo de Maduro e seu partido PSUV controlam a presidência, a nova Assembleia Constituinte criada por Maduro em agosto e quase todos os governos estaduais da Venezuela.

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